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Vem aí a 32º Feira do Livro de Brasília

Vem aí a 32º Feira do Livro de Brasília


A 32º Feira do Livro de Brasília irá acontecer nos dias 16 a 24 de Julho de 2016 no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e teremos uma programação especial dedicada aos blogueiros. No primeiro final de semana (16 e 17 de julho) irá acontecer o 1º Encontro Nacional de Blogueiros Literários. Isso mesmo! Um dia inteiro com palestras e bate-papo sobre a nossa paixão/profissão. A ideia é mostrar ao público como funciona o nosso trabalho, desde a criação de um blog até o momento em que conseguimos ganhar dinheiro com isso (o sonho de muitos, a conquista de poucos, infelizmente). Queremos que este seja o primeiro de muitos eventos do gênero, pois acreditamos que o trabalho dos blogueiros deve sim ser valorizado e reconhecido não só no mercado editorial, mas também no mercado de trabalho como um todo.

Haverá debates abertos ao público ao longo do encontro e, ao final, um coquetel fechado apenas para os blogueiros. 

Este é um evento que será coordenado pela Academia Literária DF e a escritora Marina Oliveira, com o apoio e orientações da Coordenação Geral da 32º Feira do Livro de Brasília. 


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Lançamento: Livro contra a homofobia religiosa

Lançamento: Livro contra a homofobia religiosa

Por Oliver Fábio

Pastor lança livro contra a homofobia religiosa

Autor desafia leituras conservadoras da Bíblia, lançando um novo olhar sobre o que ela, de fato, diz sobre as minorias sexuais.

O pastor Alexandre Feitosa acaba de concluir mais uma obra literária: Teologia Inclusiva: fundamentos, métodos, história e conquistas. A obra é mais um lançamento da Oásis Editora, especializada em publicações teológicas voltadas para o público LGBT. O livro é o sexto trabalho do Pastor, que estreou em 2010 com a bem sucedida obra Bíblia e Homossexualidade: verdade e mitos, que está a caminho da terceira edição. Sua obra é marcada pela leitura histórico-crítica das Escrituras, método que contextualiza os versículos, interpretando a mensagem sob a luz dos aspectos culturais, históricos, religiosos e sociais da época bíblica. A leitura histórico-crítica da Bíblia lança luz sobre os textos que supostamente condenam as minorias sexuais. Essa abordagem permite concluir que os conceitos de orientação sexual, homoafetividade e identidade de gênero estão ausentes dos textos bíblicos. O lançamento nacional do livro ocorrerá neste sábado, 18/06, na Comunidade Athos Brasília.

Kibook - Qual o tema desse novo trabalho?
AF - Seguindo uma linha semelhante às obras anteriores, este novo trabalho propõe reflexões bíblicas sobre as minorias excluídas e segregadas por conceitos religiosos. A partir das Escrituras e, especialmente a partir de Cristo e da Igreja Primitiva, somos levados a compreender que a Bíblia está longe de ser um livro homofóbico, como muitos acreditam. O tema deste trabalho é a inclusão das minorias sexuais sob a perspectiva de Cristo e das primeiras comunidades cristãs. Uma análise minuciosa e livre de ideologias conduzirá o leitor da Bíblia, inevitavelmente, a um novo olhar, livre de preconceitos sobre aqueles que, tradicionalmente, fomos levados a discriminar. Nunca, no Brasil e no mundo, os direitos da comunidade LGBT se expandiram tanto, por outro lado, em proporção semelhante, em nenhum outro momento o preconceito e a discriminação contra essa comunidade vieram à tona com tanta intensidade.

Kibook - Qual a relevância desse livro para o cenário atual?
AF – A importância desse trabalho está em seu papel esclarecedor. Todo preconceito é gerado pela falta de informações. É necessário quebrar o ciclo do preconceito. O preconceito precede a discriminação. Os crimes de ódio, como o praticado no último domingo em Orlando, são motivados pelo preconceito. No Brasil, a realidade é ainda mais triste. Pesquisas do Grupo Gay da Bahia (GGB) indicam que um LGBT é morto a cada 26 horas. As estatísticas são alarmantes. Em 2015, 318 LGBTs foram assassinados. Esses dados colocam o Brasil no topo quando o assunto é violência contra lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Ao quebrar o ciclo do preconceito, a violência deixa de existir. O livro tem um caráter informativo, formativo e reflexivo. Aliamos informação e reflexão nessa obra, tendo como ponto de partida o ministério de Jesus Cristo e os princípios do Evangelho propagados por Ele e pela Igreja Primitiva. As reflexões propostas nessa obra envolvem basicamente a inclusão de excluídos e marginalizados por questões religiosas. Abordamos desde a inclusão da mulher à inclusão das minorias sexuais, representadas pela figura dos eunucos. Se a exclusão das minorias sexuais nasce de uma interpretação equivocada da Bíblia, deve ser a partir da mesma Bíblia que a inclusão deve nascer.  

Kibook - O livro já está à venda há mais de um mês. Como tem sido a receptividade da obra?
AF – Graças a Deus nossas expectativas quanto à recepção da obra têm sido superadas. Já vendemos metade da primeira tiragem e estamos providenciando uma segunda tiragem, maior que a primeira, pois já temos lançamentos marcados em outras capitais. Tenho recebido um feedback bastante positivo das pessoas que já adquiriram o livro, o que nos motiva a continuar escrevendo novos trabalhos que contribuam para a inclusão das minorias sexuais à Igreja, bem como para o combate do preconceito a essas minorias. 

Kibook - Para concluir, uma frase que resuma o livro:
AF – A frase que resume o livro está na Bíblia, no livro de Atos, capítulo 10, versículo 34: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas. Esse princípio bíblico confirma todas as reflexões que construímos com base nos relatos dos Evangelhos e nos demais livros do Novo Testamento. Em cada relato analisado, essa verdade fica evidente. Pessoas antes excluídas pela religião passam a caminhar lado a lado com Cristo. De posse dessa verdade valiosa levamos a própria comunidade LGBT a compreender que Deus não exige mudança de sua constituição sexual. As minorias sexuais são aceitas por Deus, pois a diversidade é parte de Seu trabalho criativo. O livro nos leva a encarar a comunidade LGBT sob a perspectiva de Cristo, quebrando o ciclo do preconceito e da violência, promovendo um entendimento gracioso das Escrituras e uma cultura de paz.

Um pouco mais sobre o autor: Alexandre Feitosa é brasiliense, graduado em língua portuguesa, pastor e professor. Desde 2006, dedica-se ao estudo da Teologia Inclusiva e a palestras sobre o assunto. É autor das seguintes obras: Bíblia e Homossexualidade: verdade e mitos (2010), O Prêmio do amor (2011), A Igreja Trans (2012), Quem está manipulando a Bíblia? (2013), Lições Bíblicas Conhecimento & Graça (2014). É membro da Comunidade Athos de Brasília, uma igreja protestante inclusiva.  



Lançamento do livro: 18 de junho de 2016 a partir das 19h30 na Comunidade Athos Brasília – SDS – Conic – Edifício Eldorado, Entrada B, Subsolo, Sala 17.

Especificações: Teologia Inclusiva: Fundamentos, Métodos, História, Conquistas – Oásis Editora, Brasília, 2016, 102 páginas. 





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Volto quando puder

Volto quando puder

Por Oliver Fábio

“Volto quando puder” é o livro de estréia das jovens escritoras Isa Prospero e Márcia Oliveira, a narrativa é super envolvente e cativante, foi publicado pela Hoo editora e tem tudo para conquistar os adolescentes.

Sinopse

Artur é um garoto de 14 anos que mora com a mãe e vê o pai aos finais de semana, pois os pais são separados. Tudo isso muda quando a mãe morre, e ele passa a morar com o pai, Guilherme. Charmoso, extrovertido, tatuador na Galeria do Rock, ele está longe de ser o pai que Artur sempre quis.


Pra completar, o garoto é obrigado a mudar de escola e, a partir daí, começa uma nova fase em sua vida. Além de não ser o cara mais popular da escola, ele faz alguns inimigos em pouco tempo. Mas há duas pessoas que o Artur curte muito: o Alexandre, considerado o melhor professor do mundo pelo garoto, e a Priscila, menina tão interessante, que Artur nem acredita quando ela se aproxima.

Conflito de gerações, dificuldade de comunicação entre pais e filhos, sexualidade e primeiro amor: são todos os desafios que o Artur tem que viver durante a adolescência.


O jovem Arthur precisa enfrentar seus dilemas, terrores, confusões, descobertas, revoltas, luto... para isso, ele necessita amadurecer, ter autocontrole, parar com as birras, deixar de lado sua impulsividade e sua língua afiada, para encarar todas essas situações e não mais fugir delas.

Toda a história mostra o quão importante é fazer laços na vida, pois esses laços ajudam na hora de encarar os problemas de frente e vencer. É uma leitura indispensável para pais e filhos: para os filhos refletirem e compreenderem a bagagem e complexos que os pais carregam e serve muito bem para os pais entenderem os enormes dilemas que seus filhos adolescentes vivem. Que por medo, vergonha e etc, acabam não se abrindo em casa e vão desbravar sozinhos o mundo, a sexualidade e conflitos internos, aventura que não é adequada para adolescentes que ainda estão formando o seu caráter e personalidade, e ainda não possuem nenhum sabedoria ou experiências de vida. O livro serve como um despertar para ambas as partes se notarem e juntos atravessarem essa fase tão complicada que é a tal adolescência.

Lendo o livro, voltei a minha adolescência e vi como eu também era bobo, dramático e no mundo da lua. Prepare-se, pois você vai entrar no universo dos jovens atuais, e tudo é desnudado pelas autoras de forma brilhante.

Este livro realmente deveria entrar na lista obrigatória de leituras das escolas, pois abre margem para ótimos debates em classe, pois os assuntos são bem pertinentes aos alunos.

Com sua narrativa instigante e por trazer muitas reflexões só posso dizer que super recomendo a leitura.



Saiba mais sobre esse livro e outros lançamentos, acessando: HOO EDITORA



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"O livro das coisas que nunca aconteceram"

"O livro das coisas que nunca aconteceram"


Hoo editora lança "O livro das coisas que nunca aconteceram".
Ana Luiza Savioli mescla assuntos como religião, homofobia, machismo e violência.


A hoo editora lança um novo título no dia 17 de abril. O livro das coisas que nunca aconteceram, de Ana Luiza Savioli, conta a história de Harry Darwin, um garoto que foi salvo da morte por alguém que nunca conheceu. Entre tantas questões abordadas, a obra dá destaque ao preconceito, à homofobia, à amizade e ao amor. O lançamento acontece às 16 horas, no Espaço Fábrica São Luiz, em Itu. O livro tem 400 páginas, e já está disponível na pré-venda do site da editora, www.hooeditora.com.br, por R$ 39,90.

A autora tem 24 anos, nasceu em Sorocaba e cresceu em Itu. É Técnica de Alimentos e ainda aos 21 publicou seu primeiro livro, Platônico. Hoje trabalha como Analista de Bacteriologia para o Ministério da Agricultura e, entre trabalho e estudo, seu hobby é se aprofundar em pesquisas científicas e aplicá-las em suas histórias.

“Ser escritora sempre foi o sonho primário. Desde antes de aprender a escrever, ser escritora fazia parte do que eu esperava do futuro. Desde muito criança fui estimulada por professores e pela minha mãe a praticar a escrita. Mesmo crescendo em Itu, tive a sorte de ter professores menos conservadores, que me ensinaram o valor do diferente. Espero que o livro possa passar a mensagem correta – de paz, amor, aceitação e união”, diz Ana.

A autora afirma que esse foi um livro difícil de escrever. “Quis explorar todos os conceitos que permeavam minhas ideias na época de escrita. Então tem um pouco de tudo: relatos de homofobia, preconceito, depressão, mas com momentos mais alegres, com amizade e amor andando juntos”, explica.

Harry Darwin, personagem principal da história, descobre que a pessoa que o salvou da morte foi misteriosamente encontrada morta no dia seguinte ao salvamento. “Atraído por esse mistério, ele se aproxima do irmão da vítima, Matthew Knight. Assim, acaba entrando nas missões de viagem no tempo para curar o tecido da realidade, pelas quais Matthew e sua família são responsáveis”, completa a autora.

Ana conta que escreveu o livro pelo desejo de ler uma história que mesclasse discussões importantes como religião, homofobia, machismo, violência, com um toque de ciência e filosofia. “É o livro que eu gostaria de ler. Como não existia, escrevi”, conclui bem-humorada.

A hoo editora é especializada em literatura LGBT e aposta na temática como forma de combate ao preconceito e contribuição para a conscientização das pessoas sobre a diversidade. Para Ana, a iniciativa não só é ótima, mas necessária. “Trata-se de um momento em que toda força é válida, e uma editora focada em livros com representatividade é uma força gigantesca. Assim toda uma geração que se vê oprimida pode encontrar a si mesmo também na literatura”.

Serviço
Local: Espaço Fábrica São Luiz
Data: 17 de abril
Horário: 16 horas
Endereço: Rua Paula Souza, 492 – Centro, Itu – SP
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Ler e escrever no Brasil - Vamos conversar?

Ler e escrever no Brasil - Vamos conversar?

Por Vanessa Vieira

Vamos conversar um pouquinho sobre o universo da leitura?  Não sou especialista no assunto, mas penso que há algumas questões sérias a serem pensadas. Principalmente por nós, leitores, blogueiros literários e professores quede uma forma ou outra sempre estamos envolvidos com o universo literário.  A questão principal de nossa conversa, vou adiantando, está relacionada com o que se lê, o que se escreve e para completar, com o que se valoriza em nosso país. Vamos pensar um pouco sobre atitudes, e sobre as implicações que elas podem ter em nosso ato de ler. Comecemos com uma pergunta: 

Você acha legal olhar e ler uma imagem parecida com esta abaixo? 




Com certeza, se você é brasileiro e um leitor assíduo vai ficar indignado, desconfortável... Ou qualquer coisa do tipo. Certo? A menos que você não leia nada... Sabemos que é uma brincadeira, mas uma brincadeira com fundo de realidade. Mesmo sendo esta uma realidade praticamente já ultrapassada. Afinal, hoje em dia nas cidades mais avançadas só não lê quem realmente não quer. Sebos, livros digitais, trocas... Temos toda possibilidade de acesso aos livros...  
Mas agora faço outra pergunta. Você que é brasileiro, que se incomodou com a imagem apresentada o que pensa quando ouve frases do tipo: 

"Os livros nacionais não me interessam... Não tem nada que preste! São mal escritos, editados. As capas são ruins... etc, etc, etc..."

Sabe como eu me sinto? Tão ofendida quanto na imagem que mostrei a cima. Da mesma forma que "Eles" não percebem que estamos lendo mais, "Nós" quando nos deixamos levar por estas ideias não estamos percebendo, ou melhor deixando de conhecer e saber, que a literatura brasileira tem sua identidade (e não é como as internacionais, simplesmente porque é 'brasileira' e não estrangeira) e mais que isso, temos autores muito bons, livros incríveis que, infelizmente, por falta de reconhecimento de algumas editoras e também de alguns leitores acabam ficando esquecidos nas caixas ou lidos por poucas pessoas. 

Sim, tenho visto muitas editoras dando espaço para autores jovens, ou veteranos, porém, iniciantes na parte da publicação. Mas a questão aqui é: - Será que nós leitores temos valorizado nossos autores? Como agentes da cultura da leitura nós blogueiros, professores, editores e leitores precisamos ter claro o que podemos fazer para que este quadro mude em nosso país. E estou falando tanto da observação que se faz sobre o leitor como a observação que se faz sobre o escritor. Isso é uma questão social! Para vencer as barreiras que ainda temos na cultura literária precisamos de valorização e só vamos conseguir isso se andarmos juntos. 

Não estou dizendo que precisamos parar de ler livros escritos por pessoas de outro país, jamais! Até porque tem vários autores que acho interessantes e não pararia de ler mesmo. Mas, que tal começarmos a pensar sobre quais autores nacionais eu achamos interessantes e também não pararíamos de ler. Essa atitude simples já faz uma diferença enorme. Vale a pena pensar no assunto! 




TEXTO CEDIDO POR  Vanessa Vieira
 DO BLOG PENSAMENTOS VALEM OUROACESSE E ENCONTRE ÓTIMAS LEITURAS. 
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A vez dos Nacionais

A vez dos Nacionais


“Torta de Climão” é uma espécie de livro-revista, em formato de quadrinhos, que traz várias tirinhas, na qual retratam situações comuns e incomuns do universo LGBT, de uma forma bem-humorada. O autor Kris Barz apresenta inúmeras nuances desse arco-íris de pessoas e deixa o seu recado para sociedade despertar e encarar os homoafetivos com um novo olhar.

"Torta" deixa claro que a diversidade do meio LGBT é concreta, e que a sociedade precisa quebrar o estigma da imagem que a mídia por muitos anos reproduziu em novelas e filmes, tentando delinear um arquétipo e o que menos existe no meio é padronização.   

As minhas tirinhas favoritas foram: “Será?”. Por trazer uma reflexão sobre o questionamento ‘ser ou não ser’ e pela esperança de dias melhores. “O casamento de Mari & Joana”, por dá um tapa na cara de algumas pessoas que se dizem tradicionais e adeptas a certos valores, que até elas mesmas já esqueceram. E “Paixões diárias de 5 minutos”, confesso que essa me representa bem, tenho a mania de visualizar nas pessoas algumas possibilidades, amores, sonhos... Isso vem da minha adolescência repleta de amores platônicos e ainda não aprendi a lidar bem com isso.



Kris sempre gostou de quadrinhos e percebeu que no Brasil não havia personagens de HQ gays. Surgiu então a ideia do “Torta de Climão”, em 2012. O autor sentia falta de quadrinhos que abordassem a realidade LGBT do ponto de vista de alguém que pertencesse a esse grupo.

Queria criar uma história em quadrinhos que falasse disso, mas que não fosse apenas “informativo” a didático, mas que também falasse de forma bem desencanada do dia a dia desse grupo, das gírias, das situações específicas que acontecem com LGBTs e também daquelas situações que são comuns a todo tipo de pessoa, como relacionamentos, amizades, etc.

As personagens têm seus próprios passados, preconceitos, opiniões, afetos e motivos diversos em suas vidas. Kris tenta mostrar que há uma gama de tipos de pessoas tão vasta no mundo, que é possível se identificar com traços diferentes de personagens variados e também não se identificar com alguns. Entre as pessoas LGBTs, há de tudo um pouco. Do clichê ao insólito e é possível você ser ambos em diferentes aspectos ou mesmo nenhum deles e não há problema nisso.
 

Que a sociedade possa compreender e respeitar todas as cores que compõe essa imensa diversidade que é o mundo... a vida.

Foi uma grata surpresa esse exemplar e agradeço a Hoo Editora pela cortesia. Tenho um rascunho de um livro com temática homoafetiva, quem sabe um dia eu o tire da gaveta e apresente para a Hoo, editora essa, que é especializada em publicações com temática LGBT e já conta com outras publicações que merecem nossa atenção e que em breve comentaremos aqui: “Nicotina Zero” de Alexandre Rabelo e “Volto quando puder” das autoras Isa Prospero e Márcia Oliveira.

Quer conhecer um pouco mais sobre “Torta de Climão”? Então acesse pelo Facebook: Torta de Climão 
E conheça também a Hoo: www.hooeditora.com.br



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